As crianças são mais vulneráveis aos efeitos negativos das alterações climáticas na saúde, conclui um estudo divulgado durante o congresso anual da American Academy of Pediatrics.
O risco de morte associado a catástrofes naturais e fenómenos meteorológicos de grande dimensão, a maior incidência de Doenças Infecciosas ligadas ao clima (como a Malária), de doenças relacionadas com a poluição do ar e com o calor, da Asma e outras Doenças Respiratórias, e a morte por exposição a temperaturas elevadas são exemplos de consequências das alterações climáticas para as crianças citados pelo relatório.
Para o sub-director geral de saúde para a Saúde Ambiental, José Robalo, o relatório, apesar de não revelar nada de novo, "é um alerta aos Pediatras para deixar claro que as crianças são particularmente vulneráveis às alterações climáticas e que os nossos comportamentos podem reflectir-se na sua saúde, apelando desta forma aos adultos para que tenham em uma conduta que diminua os riscos para as crianças".
Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
08 de Novembro de 2007